Pílula azul

“Acordei no meio da madrugada e percebi que havia uma luz roxa dentro do quarto em minha direção. Pensei: ‘acho que estou recebendo tratamento hoje’. Fiquei observando a luz que vinha em intensidade intermitente. Adormeci novamente, embalada pela luz roxa e sonhei que estava num quarto branco, cheio de almofadas azuis e que eu iria tomar uma pílula azul para tratamento de sonoterapia. Engoli a pílula e, quando ia começando a dormir (dentro do sonho), sentia aquela sensação agradável de ir perdendo os sentidos, e afundando nas almofadas, quando fui subitamente acordada (dentro do sonho) por minha filha mais velha que me dizia: ‘acorda mãe, já tá na hora’. Eu disse: ‘pôxa, acabei de dormir’. E ela: ‘claro que não, todos estão dormindo há muito tempo!’ E eu: ‘Como assim?’ Então percebi através da conversa que já havia passado todo o fim de semana (eu havia dormido na sexta e acordado no domingo). Pensei: ‘dormi todo o fim de semana e nem vi!'”


 

Com o pensamento no mundo espiritual, a pessoa em questão sonha e deseja estar em outro mundo. Mostra, então, através de uma pílula (como a da Matrix) que pode, magicamente, ir embora; somente volta à realidade em função do chamado da filha. Ou seja, a obrigação materna faz com que permaneça atada a este mundo.

Vemos aqui uma pessoa que quer deixar este mundo, mesmo que temporariamente, e descansar em outro, espiritual.

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